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EDITORIAL - A luta contra o avanço da Covid

Somente no último final de semana, as secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram mais de 4 mil novos casos no Brasil

EDITORIAL - A luta contra o avanço da Covid
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O Brasil contabiliza mais de 35 milhões de contaminados e quase 700 mil mortes relacionadas à Covid-19, isso sem falar que há mais de 3 mil mortes em investigação. Somente no último final de semana, as secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram mais de 4 mil novos casos em todo o país. 

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada no domingo (20). O lado bom, ou menos ruim, é que a vacina tem contribuído bastante, pois até agora, mais de 34 milhões de infectados se recuperaram da doença. O número corresponde a 97,5% dos infectados desde o início da pandemia.

O Ministério da Saúde apontou que no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento, estão em primeiro lugar São Paulo, segundo Rio de Janeiro, terceiro Minas Gerais, quarto Paraná e em quinto lugar o Rio Grande do Sul.

Essa semana a Anvisa aprovou a venda de Paxlovid, medicamento utilizado no tratamento da Covid-19, e que já estão liberados para farmácias e hospitais particulares do país, já que o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país agrava a situação.

Mas para adquirir o medicamento, é necessária a prescrição médica, com dispensa e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento. A autorização da Anvisa prevê ainda que o fabricante deve manter e priorizar o abastecimento para o programa do SUS, porém, acredita que a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da Covid-19, visto que o remédio deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas da doença.

O Paxlovid teve seu uso emergencial aprovado no Brasil em março deste ano. Composto por comprimidos, o medicamento é indicado para o tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para Covid-19 grave.

Um alerta é que esse medicamento não deve ser usado por pessoas sem a devida avaliação médica e não está autorizado para tratamento de pacientes que requerem hospitalização devido a manifestações graves ou críticas da Covid-19.

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