Eduardo Costa, um bispo de Goiânia, se tornou o centro das atenções após a divulgação de um vídeo em que aparece vestido com uma calcinha e peruca loira. A gravação, que gerou o chamado “kit pastor”, foi registrada na noite de 10 de agosto, enquanto o religioso caminhava pelo bairro Setor Urias Magalhães, próximo a um bar. O episódio rapidamente se espalhou nas redes sociais, provocando uma onda de comentários, críticas e memes.

Em resposta à controvérsia, Costa gravou um vídeo ao lado de sua esposa, a missionária Valquíria Costa, onde afirmou que o traje fazia parte de uma “investigação pessoal”. Ele alegou que foi filmado sem autorização e que tentaram extorqui-lo para não divulgar as imagens.

Nas redes sociais, o bispo explicou sobre o episódio ao lado da esposa
A polêmica se intensificou com novos relatos de moradores que afirmaram ter visto o bispo circulando pelo bairro em outras ocasiões com roupas semelhantes às do vídeo. A repercussão do caso levou o “kit pastor” a se tornar um sucesso comercial em São Paulo. Em menos de 24 horas, ambulantes e lojistas começaram a vender a fantasia, que inclui peruca loira, calcinha e blusa rosa, pelo preço de R$ 70.

José Eduardo Costa da Silva Costa trabalha há 44 anos no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Ele ocupa o cargo de analista judiciário na Central Estadual de Constrição e Consulta Eletrônica (CACE), com rendimento bruto de R$ 39.207,43.

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